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Na Webchat com ††Phoenxz†† Dark†† e Mércio Ribella Jr0

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terça-feira, 28 de junho de 2011

A canção




Venha pra mim.
Venha para meu coração.
Não deixe de ouvir.
Não deixe os olhos aberto.
Você conseguir me ouvir.
Ver dentro dos meus olhos.
Porque eu consigo ver os seus olhos.
Venha pra mim.
Me der uma chance.
Para lhe mostrar o meu mundo.
Me der as suas mãos.
Não tenha medo.
Me der as tuas mãos.
Vou te levar as nuvens.
Só assim posso lhe levar aos anjos.
E ver todas as pessoas.

Lhe mostrar o coração de todas elas.
Então vamos cantar.
Cantar só mais uma vez.
Como se fosse há ultima vez.
A última musica é assim mesmo.
Faz chorar.
Não tenha vergonha.
Você pode sim chorar.
É lindo.
Então vamos voar sem destino.
Não tenha medo.
Não tema.
Eu estou aqui.
Não vou deixar cair.
Você é importante sim.
Eu confio em você.
Me escultar mais de olhos fechados.
Para eu abrir seu coração.
Se você acreditar.
Em mim.
Levante os braços.
Bem alto.
Assim eu posso elevar seu espirito.
Não esqueça.
Não abra os olhos.
Porque vou cantar bem baixo em seus ouvidos.
Não.
Não tenha medo.
Venha pra mim.
Venha para meu coração.
Nunca deixe de me ouvir.
Por favor.
Me desculpa se eu chorar.
Quando eu canto.
Canto para você.
Então lhe pesso só mais vez.
Vamos cantar.


By Mércio Ribella Junior

quarta-feira, 8 de junho de 2011

As Mãos

]
Nas mãos temos a vida,
Nas mãos temos o nosso ser.
É das mãos que partem as essencias,
Do amor, do ódio e do prazer.
Nas mãos temos a arte, o controle, tudo. Por assim dizer.
Foi com as mãos que Deus fez o mundo,
E com as mãos agradecemos a tudo que do mundo temos de prover.
É com as mãos que escrevo-te este verso,
E em prosa faço-te entender.
Samantha.
Eu te amo, E cedo-te minhas mãos,
Para o que der e vier a precisar delas,
Em teu viver.
Beijos minha linda.

Valéria C. Ribella. - Tia Val.
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"este versinho eu fiz para minha sobrinha
Samantha Evellyn
Tão linda quanto amada."

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Beleza rára.


...É VOCÊ

Raro não é ser.
Raro é ser sua,
Meu bem querer.
Raro é não pensar em ti,
A cada amanhecer.
Raro é na multidão,
Caminhar e não te ver.
Raro é entre as rosas raras
Não te perceber.
Eu te amo
E pra toda a vida
Assim há de ser.
Beleza rára é você.



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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Ribella - origine del cognome italiano Ribella - Os Rebeldes



Ribella - Itallian (Os Rebeldes)



Möchten Sie wissen, die Herkunft des Nachnamens?

Nachname zur Suche




origine del cognome italiano Ribella
Titolo Nobili
Testo Famiglia cagliaritana di origine catalana le cui notizie risalgono al secolo XVI. Nel 1454 un Emanuele acquistò alla signoria di Villacidro e il Parte Ippis dai De Besora; i suoi figli nel 1461 rivendettero i feudi ... continua

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Miniatura Stemma di famiglia
Bibliografia STORIA DELLA NOBILTA' SARDEGNA *

origem italiana do nome Rebeldes
TítuloNobre
TextoCagliari família de origem catalã, cujos registros datam do século XVI.Em 1454 Emma comprou um domínio do Partido e Ippis Villacidro por De Besora; seus filhos, em 1461, revendeu os feudos ... leia mais

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Miniatura Brasão de armasminiatura dello Stemma della famiglia Ribella
BibliografiaHISTÓRIA DA SARDENHA NOBREZA '*


__Valéria C. Ribella__

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Meu Anjo das Sombras




Meu anjo das sombras
No meu vale das sombras
Se bebo em tua taça.
Todo mal em mim passa.
Se no escuro me perco.
Em tua luz amanheço
Traz-me de volta o suspiro.
No teu luto, do seu jeito.
Me sossega, me abraça.
Afaga-me os medos
Se nas aguas me afogo
Desefogo em teus beijos
Como se não houvesse nada
Adormece em meus seios
E na árdua loucura
Perdurosa, obscura.
Assim te desejo,

Meu anjo das sombras
Me acompanha lado a lado
Como um passaro alado
Na escuridão do meu presente
Até o futuro, desde o passado.

EU TE AMO.

Valeria Carvalho Ribella.

Soneto de JÜÜly




Soneto de jüüly

Embora te conheça a tão pouco tempo,
Já sinto o escândalo anunciante dos ventos.
Eles me dizem que no litoral,
Alguém me aguarda para um arraial,
E que sem fronteiras nossa amizade,
Suportará o temporal.
Suportará as batalhas, terá forças para vencer,
Aqueles maus conselhos. Aquele nhe-nhe-nhe
Que os outros causam,
Quando a gente quer se conhecer.
Aquela fadiga mórbida,
Aqueles fantasmas insanos.
Que por dentro são fúnebres,
E por fora seres-humanos.
Os ventos dizem que a nossa amizade é de leste a oeste
De norte a sul, assim
E que tudo acontece aos poucos pra ter paciência..
“estou praticando...uuuuhhh...difícil pra mim.”
Que a escuridão jaz não mais existe.
Que o seu carinho fará do meu mundo
Todo azul. “e eu espero que sim”
Este soneto eu criei pra você.
E se chama.
Soneto de jÜÜly...

Beijos dark’s ...
valéria.

Para uma amiga muito Especial; _de Valéria C. Ribella _

terça-feira, 10 de maio de 2011

A SAIDA

A SAIDA.

Quando tudo não passa de um sonho
O negocio é se acostumar.
Já deveria saber disso!!
Não sou criança, sei me cuidar.
Mas tente convencer um poeta de que a vida é uma montanha russa e ele te dirá:
“A vida é algo á se pintar”
E agora esvaíram-se as minhas inspirações.
Não sei o que fazer estou perdida,
Não sei o que dizer.
Certa noite eu dormi sonhando com o próximo amanhecer.
E acordei num pesadelo que já não consigo descrever.
Maravilhoso foi dormir esperando acordar pra te conhecer.
Hoje, se olho meu leito, Sinto medo de adormecer.
Me deitarei a noite com as ficções do meu terror para tentar te esquecer.
E com o monstruoso travesseiro, secando-me as lagrimas em bel prazer.
Muito obrigado por destruir o meu amanhecer em Pella.
Talvez isso me inspire por décadas a partir destas seqüelas.

-Valeria Carvalho Ribella-