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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

As rosas falam por mim.

Deixarei que as rosas falem...
As rosas falam por mim;

Este amor não tem palavras,
Não tem principio, meio e fim.
Ele invade minha garganta,
E sufoca, fadiga, encanta,
Em minha boca arde por tí.

Deixarei que as rosas falem...
As rosas falam por mim;

Primavera se poe relevante,
O verão vem irradiante revenlando a ardencia
Do meu corpo no teu...aaai de mim...!
Eu te quero e te espero de noite para me amar,
E te fazer feliz.

Escrava dos teus desejos.
Eu te amo...não adormeço.
Pra sempre no teu aconchego.
Você vem me seduzir...

Deixarei que as rosas falem...
As rosas falam por mim.

Valéria C. Ribella

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Um lugar especial.



Caminhando e pisando em crânios,
De pessoas desprezíveis,
apenas observo pessoas com suas vidas estragadas,
Caem muitas lagrimas aqui,
Lagrimas de inocentes.
Não é maravilhoso aqui para os sádicos.
Estupradores não irão se divertir...será a diversão,
Fortes gritão, não dá pra se matar.
Ardência é constante,
Não é o paraíso para o mentiroso.
Tu serás esquecido.
nada mudará a sua vida para cá.
Brincadeiras te aguardam.
Um trem fantasma aguardará em sua porta,
Com o bilheteiro ansioso para no bilhete gravar-te o nome.
Há um lugar especial para adoradores do diabo.
Felizmente rituais de nada lhe servirão.
Perdão? só no céu.
Aqui é verão o tempo todo.
Também tem muitos buracos para se esconder...
" se puder covarde"
Não há dia, só pesadelo.

Quem grita o meu nome?
Já passou o meu tempo.
Tenho muitas almas para brincar.
Castigar, torturar, enfim...mostrar o lugar.
Não queira-me aí em cima.
Não sou mais bom e nem vitima.
Aí em cima só causarei vingança.

Criança...sai da minha tumba.
Não derrube lagrimas aí em meu gramado.
Tornei-me um monstro a muito tempo.
Queres vingança?
Então irei só para me satisfazer,
E buscarei mais almas.
Matarei sua sede de vingança.
Mas no final te levarei.

Pois sou a justiça da maldade,
E a maldade em pessoa.
Sei o pecado de todos,
Até o seu,, criança inocente.
Aceito suas lágrimas.
Até a meia noite tudo estará acabado.
Terá a sua amarga vingança.
E a minha taça cheia de sofrimentos.
Pode rezar minha criança.
Para onde você vai...
É proibido.

De Mércio Ribella Jr Pra Valéria Carvalho Ribella.

Setembro





SETEMBRO

Nas vésperas de halloween
Eu fico mesmo obscurecida,
Só espero que não estranhem,
É assim que eu sou, isso me exita.

Agosto é o mês do cachorro louco,
É assim que chamam no popular,
Prefiro dizer quaresma,
pois é assim que se deve chamar.

Em breve entrará Setembro,
E a primavera estará lá.
As flores desabrocharam,
E tudo estará entâo, tão lindo de se admirar.

Paisagens, folhas e flores,
Tudo quão lindo então,
Que vaia por entre as cores a soberba em vâo,
De seres que uivam pra lua e entoam a sua canção.

Lua cheia ao redor da noite,
Tão explendida em sua audacia,
Criaturas noturnas zombantes,
Me encantam no que quer que faça.
E assim desperta-me a sombria personalidade,
E sou atingida com muita facilidade,
Pelo sangue pútrido das criaturas,
Que me mata com facilidade.

Olhos mortos e fixos que me param,
Porem há paixão ardente ali.
Ele quer meu sangue quente a sua sorte,
Pra aliviar sua própria morte
E fazer-me igual pra igual, tornar-me como tal,
Como queiras, que seja assim.

E na vasta névoa que cobre a aragem de primaveril chuvisco
Vê-se a entrada o outubro com seus magos entrando com capricho.
Suas capas arrastam as rosas,
E o lacaio vem todo prosa fazendo malabarismo.

Aguardarei no castelo do mestre até o festivo impulso.
Esta festa de halloween será o maior banquete para os bruxos.
As virgens estaram sobre a mesa,
E as criatuars de sentinelas,
Para a esperada recepção.
Será uma grande festa, com o carniceiro como anfitrião,
Não haverá decepção.

Mas sentirei saudades da primavera de outrem,
Onde apenas as flores fazem a cortesia,
E o vento balança as folhas deixando-as novamente,
Como deveriam estar.
Saudoso Setembro ao próximo ano.
Novamente te saudarei.
Setembro se pôs com o sol,
Que saudade,...
...estarei lá.

Valéria Carvalho Ribella.

Fique...




Não feche a janela...deixe a brisa entrar.
Venha ao meu lado, deite em meu peito...,
Feche os olhos....escute...,
Há um lugar entre as nuvens não tão distante...,
La está escrito seu nome,
Seu nome entre muitos nomes...,
Não sou digno de dizer seu nome,
Entro em sua vida como um intruso...,
Necessito te beijar...te amar,
Preciso te acariciar... te quero meu anjo,
Passar as mãos em seus cabelos...,
Sentir sua pele aveludada úmida de prazer...,
Quando me toca... delírios...suspiros,
Esta noite não está tão quente...,
Mas você é tensa...um vulcão adormecido,
Misteriosa,
Oh..!, Meu Deus como preciso de você...
Preciso estar com você...
Quero que abra os olhos e veja as estrelas...
Peço que olhe a mais diante...busque o horizonte,
Há um lugar la para você...
Todo especial...,
Rios...,
Pasto verde esmeralda...,
Quero me deitar algum dia na margem de um rio,
Ver você nua andando em minha direção...,
Te cobrir com minha pele tremula...,
Beijar...,
Amar...,
Estes desejos impróprios,
Não durma esta noite !,
Fique até amanhecer meu anjo,
Sei que não pode me dar mais do que preciso...,
Mais como seu servo...,
Te imploro segundos seus...,
Deixe te beijar...,
Deixe lhe beijar abaixo da sua boca...,
Seu corpo pra mim é um continente inexplorado...,
Seus pés são os limites do paraíso,
De onde você veio pra mim minha adorada...,
Não tema esta noite...,
Jamais te farei mal algum...,
Preciso do seu néctar...,
Sou um ultimo romântico...,
E provarei tatuando seu nome em minha pele...,
E levarei pra toda eternidade...,
E a dor de te amar...,
Carregarei em meu coração ate o ultimo suspiro meu...,
Digo apenas uma vez mais,
Te amo....

De Mércio Ribella Jr para Valéria C. Ribella.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Ao pó




Do pó nasci.
Partículas oceânicas filho de Netuno...
Minha sabedoria vem das valquirias
moro na casa de thor e com sua espada eu a clamo.
Lutarei junto com cromo não no universo mas sim aqui,
Busco sabedoria com as bruxas do oeste
para poder entender melhor a vida...
Já andei nas trevas, caminhei em meio de demônios,
Mas nada temi, um minuto é 10 horas tempo perdido eu suponho.
Do pó nós viemos...
Mas tu não viverás o tempo suficiente para chegar no eldorado,
Em tribos de canibais nada comi,
Apenas observei a ignorância humana,
Meu nome é ninguém, não de Odisseu,
mas de puro esquecimento mórbido...
Abutres voam em volta de mim, mas ainda respiro,
Me prometeram pregos em minhas mãos e também
em minha garganta mas não temereis promessas...
Do pó não passarei...
Mesmo que eu engane o ceifador me jogando em mares
Desconhecidos, ou vá me alojar em um templo no sul da Escócia,
Andarei por toda a terra apenas a noite,
Em meu bolso levo uma moeda para o barqueiro...,
não vou voltar mais para o inferno,
mesmo que minha maldição seja vagar por toda eternidade.
Não quero juntar riquezas quero apenas sabedoria,
Do pó todos vem...
Meu sangue e lagrimas de almas pedidas...sussurros pútridos,
Como flautista, minha voz colhe pessoas como uma colheita de trigo,
Espantalho nenhum me assola,
Corto a colheita com uma foice e uso uma abóbora
em minha cabeça para esconder o meu riso irônico...
Meu sarcasmo te assustará, não tente ser como eu...
porque sou único.., não uma lenda,
Mas como um conto de fogueira a meia a noite,
Do pó vieste e ao pó retornarás,
Meu nome não importa, mas o que faço é observar todos os injustos
Aqueles que se pode igualar ao diabo, com maldades transparentes,
Jamais tente me enganar.
O seu desrespeito custara mil anos de ardência em larvas...
Pois da minha boca apenas proferira maldiçoes aos desgraçados.
Ai de tí por estar vivo, e entre mim aqui.


By Mércio Ribella Jr Para Valéria C. Ribella

sábado, 19 de novembro de 2011

Aprender começar



Aprender começar...
quando tudo esta dando errado, pare...
recomesse de onde era feliz...
buscar dentro do coração a luz...
ilumine o novo caminho,
mesmo que seja longo, não pare!!!...
ande bem devagar, curta o caminho...
passe as mãos no roseiral, não tenha medo dos espinhos...
faz parte da jornada, se lhe der vontade de chorar...,chore!!!
não tenha vergonha, es especial pra mim...
Aprender começar...
pare de pensar...
lembrasse apenas dos bom momentos,
não deixe de sentir o orvalho respire bem fundo...,
arranque uma rosa branca e leve com você...
deixe bem junto do coração use como talisman ...,
eu já comecei varias vezes e foi bom pra mim...
acredite em mim,
ande para qualquer lugar, que seja bem distante dos problemas...
busque força na natureza,
busque a mim...
eu erei te conduzir como uma dança...
se dizer o meu nome eu aparecerei pra você,
Aprender começar...
deite na grama,
me chame em seus sonhos...
diga o meu nome...
e nos junto iremos aprender começar
com você sera mas doce a jornada...,
me der a sua mão...
e vamos pra onde você quiser...
ou para varios caminhos que sempre sonhou...
eu apenas vou lhe cobrar essa rosa em seu coração,
porque guardarei em meu coração Valeria Carvalho Ribella,
em troca lhe darei todo o meu amor a você.


by Mércio Ribella para Valéria C. Ribella

sábado, 12 de novembro de 2011

Mãe, eu matei



Mãe eu matei...

Matei a burguesia...,
de uma forma patética e não senti nada...
Matei pessoas ignorantes...,
do modo frio e suave...
Matei o conceito pútrido religioso...,
em busca de liberdade mas nada encontrei...
Matei a minha inocência...,
no espelho não vejo minha face...
Matei eu mesmo...,
sarcásticamente risonho em lagrimas...

Busco a verdade acima de tudo e vivo com culpa,
envenenado por tudo,
corvos,abutres,vermes,inveja,etc...,
minha vida não é como a sua.
Faço o que quero.
Minha realidade é diferente da sua,
Meus pensamentos lhe dão calafrios,
No meu sonhos estou sempre só,
Meu coração em chamas negras.

Vejo aquela menina brincando no parque...,
Do outro lado um homem observando com maldades,
Aquela criança toda desprotegida porque a mãe esta fofocando,
Musicas incentivando a criminalidade, onde estar o amor?
Incetivos demoniacos, críticas religiosas...,
Porque você acha que ama mais á Deus!!!...,
O que você fez ontem a noite?
Alimentou o vermes com sua ignorância sua opinião ridícula?
Besteiras só sai da sua boca podre...,
és um covarde, haje nas sombras...,
crítica qualquer coisa só para se aparecer,
vive em modinha,
Hoje você é wicca? ou foi ontem?.

Mãe eu matei...
Não me arrependo por contar, não quero seu perdão..,
Mãe você mentiu sobre todas as coisas, não falou dos homens...,
Esqueceu de falar dos maldosos da maldades,
Existem homens que faz coisas que o diabo chora...,
Mãe eu matei...
Todas as coisas de mal da minha vida...,
Se você não é meu amigo sai da minha vida por favor, e vai atormentar outro...,
Mãe eu matei...
não uma pessoa mas tudo que me faz mal.


-by Mércio Ribella Jr para Valéria C. Ribella-