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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

MALDITAS CORES


MALDITAS CORES

Incrível é o modo de como as cores vão e veem,
Como arco íris da primavera,
Aquele que havia outrem,
Aquele que havia em teus olhos,
Quando o vi a primeira vez.
Cores que meus amigos disseram,
Que lá não haveria ninguém.
Apenas um final, algo fatal,
Para quem busca um novo inicio,
Para quem busca o inexplicável,
Aplicando-o á princípios.
Malditas sejam as cores que te trouxeram aqui,
Mórbida em ênfase, Monstro, dissimulada.
Capaz de arrancar-me o peito e jogar-me em tuas ciladas.
Dizendo que me amava naquelas calculadas palavras.
Devias envergonhar-te de ser tão fingida,
Amor como este teu não se adquiri, se contamina.
Agora imploro eu pelos ventos da escuridão,
Que levem de mim essa dor.
Que desprezível e descontente,
Atende pelo nome de amor.
Ventos, ouçam-me por favor;
Purifique-me o coração, que aquela desgraçada despedaçou.
Quando fez-me colorir o coração dizendo que me amava,
Mas era tudo mentira, na verdade ela só me usou.


De Valéria C. Ribella. (Lamentações)




Um comentário:

Suely Ribella disse...

Uau! Venho visitar, atualizar a leitura e encontro esta maravilha de Diploma!
Super parabéns! Estou orgulhosa de vc!

Quanto ao texto, Malditas cores, gostei bastante! Forte e encantador!

Beijinhos!