Ainda não! pare...ouça!
Você vai achar meio vulgar o que eu vou escrever,
Mas é pura verdade...não duvide.
A multidão anda pra lá e pra cá ( de um lado para outro )
Frenéticamente, sem alma, como maquinas.
induzidos num ritmo.
Seus dias serão como o de ontem.
Só acreditam no que ouvem, já não conseguem mais pensar.
Vivem em moda, mas o que é moda?
Usar escarlate com púrpura é a cor certa?
Na tv alguma universidade ( Colégio ) diz que feijão não é bom e todos param de comer, por que?
No radio não toca mais aquela musica.
Pessoas são como martelos, buscando pessoas para martelar. ( Bater )
Não acabou pra mim.
Vivo no ritmo de um sonho,
Vou acreditar em mim até morrer.
Só faço o que o meu coração manda.
Não dou ouvido aos outros e suas bobagens.
Se assisto tv, assisto á desenhos.
O radio já não mais funciona! e daí? tento levar a vida de maneira simples.
Se estou andando pelas ruas e vejo uma árvore, paro e vou abraça-la.
Não corto-a para azer uma cadeira para o meu inimigo se sentar.
Não uso ouro. Não quero nada seu.
Levanto cedo e batalho o meu.
Em meio a multidão me vejo estranho, oh...o que são essas pessoas?
Dou um sorriso para você, é sarcásmo.
Não acabou pra mim.
Hoje não! Pare... não vai me convencer.
Na batida do meu coração vivo esse ritmo de um sonho.
Não vou parar.
Não se convença dessa sua capacidade de me desprezar.
Pois não há rolo de papel suficiente nesse mundo que eu possa escrever
A minha capacidade de não estar nem aí para o que você pensa.





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